A Diretora-Presidente da Suhab, Keilla Cristina esteve reunida com o Ministro do Desenvolvimento Regional do Brasil, Gustavo Canuto

A Secretaria de Estado de Habitação (Suhab) dá os primeiros passos para viabilizar o incremento de novas casas populares na gestão do governador Wilson Lima junto ao governo federal.

Em encontro promovido na semana passada com o Ministro do Desenvolvimento Regional do Brasil, Gustavo Canuto, a Diretora-Presidente da Suhab, Keilla Cristina, deixou Brasília otimista, apesar de ser informada de que o programa Minha Casa Minha Vida, Faixa 1, esteja temporariamente suspenso.

Mesmo assim, Keilla Cristina foi orientada pelo ministro do governo Jair Bolsonaro, a promover estudo das necessidades de habitação nos municípios com até 60 mil habitantes. Segundo ela, a intenção do governo é de concluir todas as obras já iniciadas por governos anteriores.

“A Suhab irá trabalhar nas tratativas para atender a população de baixa renda. Esse é o compromisso do governador Wilson Lima defendida como proposta de governo durante a campanha eleitoral”, destaca a superintendente.

Ainda em Brasília, Keilla Cristina reuniu com o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Ronaldo Nogueira.

A Diretora-Presidente da Suhab, Keilla Cristina esteve ainda com Ronaldo Nogueira, da Funasa e Pedro Guimarães, da Caixa

Segundo a superintendente, a pauta de trabalho na Funasa trouxe à mesa de negociações a possibilidade de convênios na promoção do desenvolvimento urbano tais como drenagem, saneamento básico, água potável, perfurações de poços, resíduos sólidos, educação,  equipamentos,  aterros sanitários e rede de esgotos.

Em data ainda a ser definida, Keilla Cristina informou que Ronaldo Nogueira virá ao Amazonas para visitar o governador Wilson Lima assinar com o governo do Amazonas termo de cooperação técnica direcionados ao desenvolvimento urbano do interior do estado, por exemplo. 

Na Caixa Econômica Federal, Keila Cristina discutiu com o presidente da entidade, Pedro Guimarães, a  dilatação do prazo para execução da meta fundiária nos contratos de repasses deixados pelas administrações anteriores que se estende por mais de 10 anos.