Seis pessoas já foram presas em flagrante, entre eles. Assalto aconteceu no domingo (Foto Divulgação)

Dois oficiais da Polícia Militar, o major Bruno Dayvison Lima de Sales, lotado no Comando Geral e o João Rosário de Almeida e Silva Júnior, lotado em Nhamundá, no Baixo Amazonas, estão sendo apontados como integrantes da quadrilha que roubou a agência do Banco da Amazônia, em Parintins (AM), na noite de sábado (13) e fim da madrugada de domingo (14).

Na manhã desta segunda-feira (15), o major Bruno Dayvison, foi levado até o Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), onde foi ouvido, enquanto o tenente João Rosário, era ouvido no 11° Batalhão da Polícia Militar, em Parintins.

O major Bruno Dayvison, é investigado. Há fortes indícios de sua participação, informou a Secretaria de Segurança Pública (Montagem Fato Amazônico)

Fontes do Fato Amazônico informaram que o major Bruno Dayvison, já estava sendo monitorado através de escutas telefônicas por policiais civis do Departamento de Repressão ao Crime Organizado.

Diferente do que foi informado, a quadrilha não era apenas formada por Rafael Fernandes Pinheiro, 29, Hudson Lima Saldanha, 33, Emerson de Oliveira Soares, 36, de Manaus, Marcos André da Silva Lima, 29, de Parintins, e Ivolney dos Santos, 42, de Cascavel – Paraná, que estão presos.

Entenda o caso

A Força Tática do 11° Batalhão da Polícia Militar prendeu Marcos André da Silva Lima, Rafael Fernandes Pinheiro e Ivolney dos Santos, em uma embarcação no porto de Parintins. Outros dois acusados de participação no furto, Hudson Lima Saldanha e Emerson de Oliveira Soares, foram presos em Itacoatiara, em uma lancha, a caminho de Manaus, com os quais estava um grande volume de dinheiro em espécie, aproximadamente R$ 150 mil, furtados da agência bancária.

O furto à agência bancária foi descoberto quando recebeu chamado no Centro de Operações do 11° Batalhão da PM, por volta das 4h, de que o alarme do banco havia sido acionado. Os policiais militares averiguaram a denúncia e constataram um enorme buraco na parede, em parte do lado direito da agência. A Polícia Militar informou que já tinha informação sobre o possível roubo a ser consumado na agência e monitorava os indivíduos que chegaram a Parintins, exceto o Marcos Lima, desde sexta-feira (12).

Os envolvidos foram apresentados, com escoriações pelo corpo causadas quando adentraram a agência pelo buraco na parede, materiais e veículos usados para o crime, na delegacia de Polícia Civil.