A greve dos PMs não era “virtual”, como disse o secretário de segurança pública, eles cruzaram os braços - Fato Amazônico

A greve dos PMs não era “virtual”, como disse o secretário de segurança pública, eles cruzaram os braços

A greve geral, dos policiais militares, é por tempo indeterminado em Manaus, não era apenas “virtual” como disse o secretário de segurança, Paulo Roberto Vital, domingo à noite. Na madrugada desta segunda-feira, cerca de 700 PMs cruzaram os braços em frente a Arena Amadeu Teixeira, localizada na Avenida Constantino Nery com a Rua Loris Cordovil, no Alvorada, Zona centro-Oeste da Capital Amazonense.

O Comando da Polícia Militar, assim como o secretário de segurança, não acreditavam na paralisação, convocaram os alunos oficiais e alunos soldados para irem para as ruas parta tentar dar segurança a população.

O protesto aconteceu três horas após o secretário de Segurança Pública descartar greve geral. De acordo com o presidente da Apeam, Associação dos Praças do Estado do Amazonas, Platiny Soares, o protesto que teve início ontem à noite que reivindica melhorias de trabalho, assim como aumento no salário, auxílio alimentação e adicional noturno, não tem liderança.

“A associação está apoiando por que é obrigação da entidade dar assistência aos associados que aderiram ao movimento”, garantiu Plantiny, informando que nenhum representante do governo do estado entrou em contato com eles para negociar.