Adjuto Afonso cobra pagamento da subvenção da borracha das regiões do Purus e Juruá - Fato Amazônico

Adjuto Afonso cobra pagamento da subvenção da borracha das regiões do Purus e Juruá

O deputado Adjuto Afonso (PDT) repercutiu no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) o pagamento da subvenção da juta e da malva, atrasado desde o ano de 2014, que começou a ser viabilizado desde a última segunda-feira (14). O parlamentar cobrou a liberação do pagamento da subvenção da borracha dos produtores das regiões do Purus e Juruá.

“Essa ação do governo, em Manacapuru, que resgata o atraso desse pagamento, injetou na economia mais de 800 mil reais pagando a subvenção a esses produtores da juta e da malva de 2014/2015, mas que falta 2016. Também vou cobrar a subvenção da borracha. Essa subvenção da juta e da malva está justamente na Lei que nós aprovamos aqui, e que concede a subvenção da borracha na região do Purus e do Juruá. Ao lado do deputado Luiz Castro, em nosso primeiro mandato, fizemos com que a subvenção da borracha fosse implantada no Estado do Amazonas, e logo em seguida, com a mesma lei se deu a subvenção para a juta e a malva”, explicou Adjuto Afonso.

De acordo com o parlamentar, o pagamento da subvenção da borracha também está atrasado desde o ano de 2014. “Falta a região do Purus e do Juruá, aqueles produtores que produzem a borracha, e que hoje, por falta dessa subvenção, a borracha do Juruá tá saindo para o Acre, a borracha do Purus tá saindo para o Estado do Pará ou Rondônia, porque os produtores não tiveram mais essa subvenção. Da forma que registro aqui esse resgate que o governo fez na juta e na malva, que o faça também na questão da borracha”, disse Adjuto.

Mário Diogo de Melo

No início da Sessão Plenária, o deputado Adjuto Afonso solicitou ao presidente da Mesa Diretora, deputado Abdala Fraxe (Podemos), um minuto de silêncio pelo falecimento do ex-deputado estadual Mário Diogo de Melo, ocorrido na segunda-feira, cujo velório aconteceu no hall da Casa Legislativa.

Mário Diogo de Melo faleceu aos 104 anos de idade, deixando uma história de vida pública marcada pela dedicação e incentivo à educação. Natural de Boca do Acre (a 950 km da capital), Mario Diogo foi poeta, escritor, deputado estadual e prefeito. Foi ele que instituiu o ensino público em Boca do Acre, com a construção da extinta escola municipal Álvaro Maia. Ele também era pai do presidente nacional do Banco da Amazônia (Basa), Marivaldo Melo.