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Alberto Neto encerrou a agenda do interior para este mês de julho somando 24 municípios visitados nas calhas dos rios Purus, Juruá e Madeira. Neste período de pré-campanha, o capitão tem priorizado o diálogo com o povo e com os colegas de farda.  

Neste fim de semana, o pré-candidato passou por Humaitá, Apuí, Manicoré, Novo Aripuanã, Borba, Nova Olinda do Norte e Autazes, onde conheceu a realidade vivida pela população e as condições da Polícia Militar nas localidades.  

Em todas as cidades, Alberto se deparou com baixo efetivo de PMs, quartéis sem estrutura, falta de guardas municipais e moradores que sofrem com a chegada de facções criminosas que tentam dominar o tráfico e a criminalidade nesses locais.  

“Nós precisamos defender nossas famílias, nossos jovens. A Polícia Militar já vem fazendo isso, mas com muita dificuldade. Precisamos dar condições para os policiais com armamento, viaturas e estrutura nos quartéis para que o policial possa fazer seu trabalho contra o crime”, declarou. 

Delegacia depredada em Borba

Em Borba, Alberto Neto presenciou a situação lamentável em que ficou a delegacia depredada no início de julho. Os moradores estavam revoltados com o estupro e assassinato de uma adolescente de 14 anos e invadiram a delegacia para retirar o preso que prestava depoimento à Polícia. 

Durante a ação, seis PMs ficaram feridos. Uma parede do quartel que foi completamente destruída está sendo reerguida com recursos dos próprios policiais que fizeram uma cota e compraram os materiais de construção.

“A sensação de impunidade faz com que a população queira fazer justiça com as próprias mãos. A Segurança Pública no interior do Amazonas está abandonada. Nós temos que trazer dignidade para nossos policiais trabalharem. Eles têm vontade, mas precisam ter condições”, disse.


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