Amazonino anuncia licitação para substituir Umanizzare e autoriza proposta de reajuste salarial aos peritos - Fato Amazônico


Amazonino anuncia licitação para substituir Umanizzare e autoriza proposta de reajuste salarial aos peritos

O governador Amazonino Mendes anunciou, nesta quinta-feira (11/01), durante divulgação do balanço de 100 dias de gestão que está preparando licitação para substituir a Umanizzare Gestão Prisional Privada, empresa responsável pela administração dos presídios no Estado. O chefe do executivo informou ainda que autorizou a proposta de reajuste aos peritos oficiais do Estado apresentada pelo vice-governador e secretário de Segurança, Bosco Saraiva.
O aval para a recuperação salarial dos profissionais reforça as medidas em andamento pela pasta da Segurança para a revitalização da polícia científica, que incluem a mudança de comando e a modernização de serviços.
“O Bosco me trouxe a preocupação dele, que está indo tão bem na Secretaria de Segurança, de que os peritos estão ganhando uma ninharia. Como é que vão fazer perícia? Autorizei já. Vamos já reformular”, afirmou o governador.
É a primeira vez em cinco anos, que uma proposta de reajuste para os profissionais do Departamento de Polícia Técnico-Científica, Instituto de Criminalística, Instituto de Identificação e Instituto Médico-Legal ganha força no governo. Segundo Amazonino, melhorar o salário dos profissionais é parte fundamental dos esforços em curso para modernização da polícia científica.
Na coletiva de imprensa, onde estavam presentes o vice-governador e secretário de segurança, Bosco Saraiva, o secretário de Fazenda, Alfredo Paes e o secretário de saúde Francisco Deodato, Amazonino disse ainda nos primeiros 100 dias de sua administração foi possível separar o “joio do trigo” e estabilizar as contas. Ele destacou que para este ano, pretende aumentar a receita e estar atento para as secretarias de Saúde, Segurança e Educação.
O governador voltou o discurso de encontrou um estado com dívidas contraídas de forma ilegal. “Pagava-se, mas tínhamos a ausência de serviços. O que é mais grave”, alegou.
Amazonino atentou que o governo repactuou o pagamento de dívidas de governos passados e selou acordo com cooperativas médicas e empresas terceirizadas. As dívidas chegavam a R$ 311 milhões. “Ja pagamos R$ 213 milhões na saúde, que estava há cinco meses na caoticidade. Não se pagava as cooperativas médicas. Já estamos colocando o carro nos eixos”, afirmou.