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O governador Amazonino Mendes (PDT) gagueja convulsivamente, tropeça como um recém-nascido  nas palavras e, de cabeça baixa, taciturno, mostra-se confrangido todas as vezes que usa daqueles artifícios sebosos para dizer que encontrou  o estado “falido”.
Nesta quinta-feira, 01, por exemplo, em entrevista coletiva concedida na sala de imprensa da Assembleia Legislativa, Amazonino respondeu que “arrumar a casa” foi a maior maior conquista obtida pelo governo em 100 dias de trabalho.
Mas não era bem isso que queria dizer. Depois de um certo mise en scène, o mandrião, enfim, respondeu que, para entender a expressão, era preciso compreender, antes, a “grave situação” que encontrou o governo. 
Em outras palavras, malandramente repetiu, como tantas vezes tem declarado, que recebeu o estado está falido.
Conversa para boi dormir.
Amazonino Mendes, conforme declarou o deputado Serafim Corrêa, escondeu que em 31 de agosto de 2017 o governo tinha mais de R$ 2 bilhões em caixa.
Ainda de acordo com Serafim Corrêa, Amazonino Mendes esqueceu de dizer, novamente, que no dia  30 de janeiro (ver fac-símille) assinou relatório para o Tesouro Nacional dizendo que tinha em caixa mais de R$ 2 bilhões.
“Perguntar não ofende. Quem tem mais de R$ 2 bilhões em caixa está quebrado”? indaga Serafim Corrêa.

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