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O prefeito Arthur Neto (PSDB), surpreendido com a paralisação de 70% da frota de ônibus do sistema de transporte coletivo de Manaus, declarou em nota divulgada à imprensa que o movimento é ilegal, além de afronta à Justiça do Trabalho.

“Eles desrespeitaram uma decisão judicial que impedia o movimento. Vamos esperar pela reação da ilustre Corte do Trabalho, que tem sido, por repetidas vezes, desrespeitada e isso não pode acontecer”, afirmou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto.

No último sábado, dia 26, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) acatou pedido do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) para que os rodoviários não realizassem greve no transporte coletivo.

A desembargadora da 11º Região, Ruth Barbosa Sampaio, determinou em liminar que, em caso de descumprimento da ordem judicial, o Sindicato dos Rodoviários poderá ser multado em R$ 30 mil por hora de paralisação.

Segundo o prefeito, apenas 30% da frota começou a operar por volta das 4h desta terça-feira. Arthur Neto ressaltou que para ser justa, razoável, a greve deveria funcionar com pelo menos 70% da frota.

“A sociedade tem sido vítima de vários movimentos. Com muita razão, cada categoria quer reivindicar seus direitos, mas a população, que é a maioria, é quem sempre sai perdendo”, protestou prefeito de Manaus.

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, dará uma coletiva à imprensa, às 10h30, na sede da instituição, para fazer uma avaliação do atual quadro da paralisação do sistema e continuidade do movimento.


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