O prefeito Arthur Neto, esteve reunido ontem (2/6), com o governador em exercício, desembargador Flávio Pascarelli (Foto Mário Oliveira)
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Após telefonar para o governador Amazonino Mendes, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, esteve reunido ontem (2/6), com o governador em exercício, desembargador Flávio Pascarelli. Ambos discutiram sobre a atuação dos órgãos públicos para estabilização do transporte coletivo em Manaus. Pascarelli garantiu amplo apoio no que for necessário para que não haja mais prejuízo aos usuários de ônibus.

“A conversa foi a melhor possível. Nós juntamos as forças para enfrentar essa tentativa de desestabilizar Manaus. É preciso que se entenda que acabou, de uma vez por todas, essa brincadeira de mal gosto. Quem quiser pagar para ver, que pague, vamos estar esperando”, alertou o prefeito. De acordo com Arthur, o governador Amazonino Mendes foi muito rápido na resposta e avaliou que era o caso de se apoiar a Prefeitura de Manaus para impedir que se instale o caos na cidade.

Segundo o governador em exercício Flávio Pascarelli, é interesse comum do Município e do Estado que a cidade seja mantida na mais absoluta ordem, garantindo a integridade da população, dos prédios públicos e o direito de locomoção da população. “É nesse sentido que vamos apoiar o prefeito Arthur Neto nas medidas que forem necessárias, colocando a Polícia Militar à disposição da prefeitura”, garantiu.

O encontro também foi acompanhado pelo vice-prefeito Marcos Rotta e pelo grupo de trabalho municipal que atua no gerenciamento de crises. Mais cedo, o prefeito e sua comitiva também esteve no Centro Integrado de Controle e Comando (CICC), zona Centro-Sul, para monitorar a liberação de 60% da frota do transporte coletivo, que deve atender ao sistema durante os finais de semana.

Com o reforço policial e do serviço de inteligência do Governo do Estado, a expectativa do prefeito Arthur Virgílio Neto é acabar com o prejuízo aos usuários, imposto pelo descumprimento das medidas judiciais que determinam funcionamento mínimo durante a greve comandada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM), que pleiteia questões trabalhistas junto ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram).


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