O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou nesta terça-feira o nome do general da reserva do Exército Fernando Azevedo e Silva como ministro da Defesa de seu governo. É o sétimo nome confirmado. O militar, que ajudou na formulação de propostas para a campanha do capitão reformado, é assessor do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

Além de Azevedo e Silva, já foram confirmados Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), general Augusto Heleno (GSI), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Tereza Cristina (Agricultura).

O ministério da Defesa tem o quinta maior orçamento da Esplanada, com R$ 102,0 bilhões para este ano. O valor de 2019 ainda está em negociação com o Congresso.

O general da reserva comandará também 1 dos maiores efetivos de pessoal, com 17.846 servidores da ativa. O ministério conta também com uma grande quantidade de servidores da reserva.

Entre suas atribuições, o nomeado comandará as Forças Armadas.

Durante a campanha, Bolsonaro anunciou o também general da reserva Augusto Heleno para a Defesa. Depois, decidiu indicá-lo para o Gabinete de Segurança Institucional.