Borracheiro Robson Almeida, testemunha do crime. Na foto ele está no pronto socorro minutos depois do crime do último sábado (05/01). (Foto Divulgação)

Poucos dias após escapar da morte, o borracheiro Robson Almeida Rodrigues, 26, foi um dos sobreviventes no crime ocorrido na madrugada de sábado (05/01) e pode estar sendo “caçado” e com sua vida em risco.

A discussão que vitimou o sargento Edizando Santos Louzada, da 18ª Cicom, o cabo Grasiano Monteiro Negreiros, da 12ª Cicom e deixou ferido o major Lurdenilson Lima de Paula, ainda não foi resolvida. 

Na noite desta terça-feira (08/01), um grupo de homens armados deu uma passada na casa onde Robson mora, pra sua sorte, ele não estava. A suspeita é de ‘queima de arquivo’, então entende-se que Robson possa saber mais do que falou em depoimento, as investigações continuam em andamento e pode surgir mais uma possibilidade no assassinato do sargento e do cabo da PM.

Defesa do acusado

O tenente, Joselito Pessoa Anselmo, foi preso em flagrante por policiais militares da Força Tática é acusado de ser o autor dos disparos. Os dois novos defensores de Joselito já sabem que terão de enfrentar uma batalha pela frente para comprovar ao juiz Mauro Moraes Antony, da 3ª Vara do Tribunal do Júri, tido como linha dura, a inocência de seu cliente que este ano iria para reserva da Polícia Militar depois de 30 anos de serviço.

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