“A Carroça dos Sonhos” estreará no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou - Fato Amazônico


“A Carroça dos Sonhos” estreará no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou

Para apresentar o resultado das atividades desenvolvidas em 2017 nos núcleos de dança, teatro e música, o Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro – Unidade Magdalena Arce Daou realizará, nos dias 24 e 25 de novembro, a “Mostra de Processos Coletivos”, com a apresentação do espetáculo “A Carroça dos Sonhos”. O evento acontecerá no Centro de Convivência Magdalena Arce Daou, na avenida Brasil s/ nº, bairro Santo Antônio, zona oeste de Manaus.

Promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), a mostra terá duas sessões diárias, com entrada gratuita. Nos dois dias, a primeira sessão, às 18h, será destinada aos familiares dos alunos que estão participando do processo, e a segunda sessão, às 20h, será aberta ao público em geral.

“Essa mostra é uma forma de resposta, de prestação de contas com as famílias dos nossos alunos, para que eles se sintam presenteados e entendam a arte a qual seus familiares se dedicam durante o ano todo”, afirma Elizeu Melo, diretor geral do espetáculo.

A montagem será encenada por 200 alunos selecionados, por meio de audições, pelos diretores do espetáculo, Elizeu Melo (Direção geral) Rosangela Lima (Diretora Coreográfica) e Mizael Printes (Diretor Musical).

“O elenco é formado por pessoas de todas as idades, de crianças até idosos de 80 anos. Todos participaram de audições e foram avaliados nos quesitos dança, teatro e canto/coral”, comenta Elizeu.

O texto é uma adaptação do livro “A Carroça do Sonho e os Saltimbancos”, de Roberto Nogueira, e narra a história de Fernando Muralha e sua trupe de artistas ambulantes que lutam para produzir cultura em meio ao caos social, econômico e existencial. A Cia de teatro tem como desafio reconstruir, por meio da arte, a “cidade dos sonhos” que, após ser atacada pelo feitiço do assombroso Pássaro das Sombras, permanece na escuridão por tempo indeterminado.

“A história retrata um pouco da vivência dos artistas que trabalham sem incentivo, sem patrocínio. É a realidade mostrada de uma forma lúdica”, pontua Elizeu.