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O comandante da Polícia Militar do Amazonas, coronel David de Souza Brandão, não ficou nada feliz com a pecha de “PAU MOLE” imposta a ele pelo Ministério Público Estadual (MPE) conforme publicação no Diário Oficial do MPE do dia 04 de junho de 2018. (Comandante Despacho Diário Eletrônico do MP)

A Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas até que tentou minimizar os impactos produzidos pela publicação, disse que a portaria Nº 002/2018 foi com erro grosseiro e ofensivo a pessoa do comandante da PM e que o MPE sempre cultivou relação harmoniosa com a instituição e que tem o maior respeito pelo trabalho e conduta ilibada do coronel David Brandão”.

De nada adiantou.

David de Souza Brandão procurou a justiça com pedido de concessão de antecipação dos efeitos da tutela para condenar o Ministério Público ao pagamento à titulo de compensação de R$ 60.000,00 para amenizar os danos sofrido, além de determinar ao réu a retirada de todas as matérias jornalísticas publicadas nos veículos de comunicação local e nacional.

“O MPE não titubeou em lançar ofensa ao ao comandante da Pmam, maculando a dignidade de policial militar e do chefe da corporação e, ainda, a honra de cidadão, fato que, nas suas próprias palavras, demonstra total falta de respeito as autoridades constituídas”, admite Brandão.

Veja representação na íntegra

Segundo David Brandão, o termo PAU MOLE, usado pelo Promotor de Justiça, José Augusto Palheta Taveira Júnior, que ganhou repercussão em todo o território nacional, além de ofensiva é caluniosa – uma tentativa de destruir a imagem de um comandante policial militar.

“Fui agredido em sua intimidade, sofri os percalços do flagelo da humilhação a nível nacional, gozações de todo tipo e espécie. Será que ainda haverá alguma desculpa a ser dada pelo nobre Promotor”? indaga Brandão.


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