Comissão de Segurança Pública atuou em 42 debates pela melhoria do setor, em 2017 - Fato Amazônico


Comissão de Segurança Pública atuou em 42 debates pela melhoria do setor, em 2017

A Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) participou de 42 eventos que discutiram a política estadual de segurança pública e buscaram a integração social e a prevenção de casos de violência ou criminalidade, ao longo de 2017. O número consta do relatório das atividades da comissão, presidida pelo deputado Cabo Maciel que levou a comissão para Audiências Públicas e debates tanto na capital quanto no interior do Estado. Outros números da CSSP indicam que foram realizadas quatro Audiências Públicas, 53 reuniões internas, 69 reuniões externas e foram recebidas 16 proposições.

O fato de levar a CSSP a diversos municípios favoreceu a coleta de informações diretamente com o público atingido, indicou o deputado Cabo Maciel (PR). “Notamos no semblante das pessoas uma satisfação ao nos receber. Para eles, passamos a ser uma esperança na solução dos seus problemas”, disse ele, lembrando que foi pessoalmente a Audiências Públicas realizada em Itapiranga (227 km de Manaus), Itacoatiara (176 km), Silves (204 km), Urucará (261 km) e São Sebastião do Uatumã (247 km), quando a população teve a chance de debater com as autoridades a Segurança Pública desses municípios.

Outra ação da CSSP foi o lançamento de uma cartilha voltada para as relações de Educação, Polícia, Família e prevenção às drogas no contexto escolar. O objetivo da cartilha, segundo Cabo Maciel, foi orientar melhor as crianças e os adolescentes nas escolas da rede pública na questão das drogas, mostrando através da leitura e ilustrações o perigo e consequência do uso de entorpecentes.

“Essas cartilhas foram distribuídas nas palestras” – outra atividade da Comissão – “realizadas para estudantes da rede pública estadual e em comunidades”, disse ele, destacando a importância de investimentos na educação como meio de prevenção às drogas e criminalidade.

O parlamentar considera também que a defesa permanente dos policiais militares e civis e dos bombeiros é um compromisso e um trabalho fundamental da Comissão. “Chego a dizer que a Polícia Militar, antes de 2010 é uma e depois de 2010, é outra”, avaliou.