Cronograma e equipamentos do projeto ‘ProFuturo Aulão Digital’ são apresentados - Fato Amazônico


Cronograma e equipamentos do projeto ‘ProFuturo Aulão Digital’ são apresentados

Representantes das Fundações Telefônica Vivo e Vitória Amazônica estiveram reunidos, na tarde da última quinta-feira, 18/1, com a secretária municipal de Educação em exercício, Euzeni Trajano, o subsecretário de Infraestrutura e Logística, Thiago Balbi, chefes das Divisões Distritais Zonais (DDZs) e chefes de departamentos da Secretaria Municipal de Educação (Semed) para apresentar o cronograma de 2018 do projeto ‘ProFuturo Aulão Digital’ e o material de  informática que será entregue às  escolas que fazem parte do projeto.

A entrega das 141 maletas contendo um notebook, 34 tablets, um roteador, um mini projetor, um nobreak e um tela de projetor  às escolas da rede municipal que fazem parte do programa terá início no mês de março.

Em 2017, o programa certificou 775 educadores, beneficiando 30 mil estudantes do 1° ao 3° ano do Ensino Fundamental.  Participam das formações professores, pedagogos, diretores, formadores da Gerência de Tecnologia Educacional (GTE) e coordenadores de Telecentros. Para este ano, a meta é atender 49% das escolas municipais, beneficiando, principalmente, as unidades da zona Rural Ribeirinha.

A secretária em exercício destaca que o projeto ‘Aulão Digital’ traz um conceito de inovação na educação de Manaus, fundamental no desenvolvimento integral do aluno do século 21, que utiliza muito mais a internet como fonte de pesquisa.

“É necessário pensar na escola como um todo e que nós, enquanto educadores, podemos fazer pelos nossos alunos, independente da faixa etária em que ele se encontra, dentro da era tecnológica que vivemos. E trazer isso para dentro da sala de aula”.

Para Rubem Saldanha, gerente de Educação da Fundação Telefônica Vivo, o objetivo do projeto é levar educação e inclusão digital para uma parcela da sociedade que ainda tem pouco acesso a essas ferramentas. 

“Esse é um dos grandes benefícios desse projeto. Promover a possibilidades do aluno mais distantes da capital e que não utiliza diariamente os equipamentos tecnológicos, se adaptar a essa realidade vivida pelos alunos da zona urbana”, disse ele.

As formações do projeto acontecem em módulos durante o ano, além de visitas feitas pelos responsáveis das fundações Telefônica e Vitória Amazônica, para verificar como está sendo utilizado o projeto com os alunos. Para Tatiana Boletta, assistente de gerência de projeto da Fundação Vitória Amazônica, as formações devem ser sempre inovadoras e impactantes para que os educadores tenham vontade de trabalhar os conteúdos dentro da escola.

“Nós trabalhamos por meio de estudo do conteúdo, práticas com oficinas, de forma que alguns professores deixem de lado a resistência ainda pelo novo, pelo mundo tecnológico e apliquem os conteúdos das suas aulas utilizando a internet como fonte de pesquisa”, explicou Tatiana.