Incontáveis foram as reações de protesto, repúdio e de indignação contra o doentio comentário exposto nas redes sociais pelo delirante paciente Eduardo Bolsonaro, contaminado pela incurável e degenerativa patalogia denominada, ódio.

“Lula é preso comum e deveria estar num presídio comum. Quando o parente de outro preso morrer ele também será escoltado pela PF para o enterro? Absurdo até se cogitar isso, só deixa o larápio em voga posando de coitado” (Eduardo Bolsonaro).

Reinaldo Azevedo, jornalista da Folha de São Paulo, crítico ferrenho do ex-presidente Lula, para ficar apenas com um exemplo,escreveu: “Há coisas que dão nojo. Eu senti nojo lendo isso”.

Não há quem não sinta nojo, Reinaldo Azevedo. Nojo, pena e lástima de um moribundo.

O deputado Marcelo Ramos, também, se manifestou.

“És um imbecil!. A Lei de Execuções Penais, art. 120, garante esse benefício para qualquer preso””.

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