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Vários jornalistas que se deslocaram a Parintins para cobrir os festejos do 53º Festival Folclórico, ficaram a ver navios passar. Até policiais militares foram chamados para a sala onde a Secretaria de Comunicação marcou para entregar os credenciamentos aos jornalistas.

Os motivos foram muitos, embora todos eles convergissem a um único ponto: a falta de organização, atribuída, sobretudo, à Amazonastur, responsável pelo credenciamento dos profissionais da imprensa e presidida por Orsine Rufino Júnior.

“Desde 1977 faço a cobertura do festival de Parintins. Jamais havia presenciado tanta desorganização na expedição de um simples credenciamento”, lamentou Tadeu de Souza, apresentador da TV Em Tempo.

De acordo com Tadeu, nem mesmo os jornalistas credenciada conseguiram exercer com liberdade devido às absurdas limitações criadas pelo governo do estado como, por exemplo, o uso do colete em regime de revezamento.

“À imprensa não se deve criar, sob nenhum  pretexto, qualquer tipo de cerceamento. A cobertura  dos profissionais de imagens foi duramente prejudicada. Sem a captura das melhores imagens, todos foram tolhidos de criar”, observa.

Insatisfeito, o jornalista Carlos Frazão usou as redes sociais  para o seguinte comentário: “Obrigado Amazonastur! Em 21 anos esta é a primeira vez que assisto meu Boi aqui em casa… Ainda vale a pena divulgar nosso festival o ano todo???”.


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