Diminuição do pacote de obras em Parintins anunciado por Omar, demonstra que Melo não vai cumprir as promessas - Fato Amazônico

Diminuição do pacote de obras em Parintins anunciado por Omar, demonstra que Melo não vai cumprir as promessas

O governador José Melo (PROS), ao que parece não vai cumprir todas as promessas de seu antecessor Omar Aziz (PSD). Ano passado, em sua viagem no Baixo Amazonas, ao passar em Parintins, o ex-governador anunciou pacote de obras superior a 200 milhões de reais em várias frentes na cidade e interior. O recampeamento teria cerca de 43 milhões de investimentos, e antes de sair do governo teria subido para 50 milhões. Mas, agora na nova gestão acabou diminuindo para R$ 15 milhões.

A informação na diminuição no pacote de obras foi repassada pelo prefeito Alexandre da Carbrás (PSD), de que o governador José Melo (PROS) tem a intenção de diminuir o valor do convênio para o trabalho de recapeamento asfáltico nos bairros de Parintins, provocou indignação e cobrança dos vereadores de oposição e situação na última terça-feira (29) na Câmara Municipal.

O prefeito Alexandre, não conseguiu assinar o convênio na gestão de Omar Aziz e agora na nova administração de José Melo, o prefeito disse que o valor diminuiu para 30 milhões, e na sexta-feira passada, soube que serão gastos apenas 15 milhões. Esse valor seria o menor investido nos últimos anos em Parintins, sendo cinco milhões para o recapeamento e dez milhões para tocar todas as demais obras.

A revolta dos vereadores, tanto de oposição como de situação, contra a decisão de José Melo, foi puxada pelo o ex-líder de Alexandre da Carbrás, o vereador Rai Cardoso (PMDB). Na avaliação dele, o atual governador mostra desrespeito com a população, pois tais recursos não são suficientes para a infraestrutura da cidade.

De acordo com o vereador Cabeça “cidades muito menores do que Parintins estão recebendo mais de 20 milhões”. O vereador chegou a taxar de “frouxos” os vereadores do PROS e demais que são considerados aliados do governador José Melo e não tem prestígio para brigar pela população.