Direção do Sinpol diz que governo brinca de fazer segurança e se solidariza com o movimento dos policiais e bombeiros do AM - Fato Amazônico


Direção do Sinpol diz que governo brinca de fazer segurança e se solidariza com o movimento dos policiais e bombeiros do AM

A greve geral dos policiais militares e bombeiros, convocada para quinta-feira, 15, pela Associação da Polícia e Bombeiros do Estado do Amazonas, ganha novos simpatizantes e se  fortalece forte com o apoio do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sinpol-AM).

De acordo com nota publicada nas redes sociais nesta terça-feira, 13, a direção do Sinpol declarou apoio e solidariedade ao movimento sem dispensar críticas ao governo.

“A direção do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil é completamente solidário ao Movimento dos Nossos irmãos de farda, haja vista, a falta de habilidade do atual governo nas negociações e ainda brincando de fazer segurança pública”! diz a nota.

No final da tarde de segunda-feira, centenas de policiais militares engajados ao movimento interditaram parcialmente a  Avenida Torquato Tapajós – uma sinalização ao governo e ao comando da Polícia Militar, que vetaram a promoção de centenas de praças, de que o movimento marcado para o dia 15 é uma realidade.

 De acordo com o comando do movimento, a partir do dia 15 outras medidas mais extremas, como  a falta coletiva ao serviço, serão adotadas por três dias devendo atingir a todo contingente policial militar.

Uma grande mobilização com o envolvimento das  mulheres, filhos e parentes afins dos policiais em greve, também, está programada para o fortalecimento do movimento.

“Nossa luta em busca de solução às nossas justa reivindicações  foram todas infrutíferas, infelizmente. Nem o governo, tampouco a maioria dos parlamentares que nos representam se dispuseram a nos ouvir. Eles – o governador, o comandante da Polícia Militar e boa parte do parlamento – são os únicos responsáveis por essa situação. São eles que deverão responder pela segurança da população enquanto estivermos de greve”, explica o presidente da associação.