Colombian soldiers train in Tumaco municipality, Narino department, Colombia on April 14, 2018 as they wait to take part in a military operation against renegade Colombian rebels who kidnapped and killed two Ecuadorean journalists and their driver. Ecuador and Colombia launched a retaliatory military operation in the dense jungle border zone where the remnants of the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC) rebel group operate. Ecuador's military has blamed the abduction on the Oliver Sinisterra Front, a group which counts between 70 and 80 rebels and is headed by Walter Artizala, an Ecuadoran in his 30s who goes by the name "Guacho." / AFP PHOTO / Raul ARBOLEDA
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O procurador-geral da Colômbia, Néstor Humberto Martínez, afirmou ontem (19), que o grupo de dissidentes das FARC liderado por Walter Patricio Arizala, o “Guacho”, responsável pelo sequestro e morte de jornalistas equatorianos, é o “braço armado” do Cartel de Sinaloa, que atua no México.

“’Guacho’ e todos seus dissidentes constituem, segundo informações que obtivemos no Gabinete da Procuradoria-Geral, o braço armado do Cartel de Sinaloa”, afirmou Martínez. A situação, segundo ele, pode se tornar um problema “geopolítico”.

Martínzes afirmou que a onda de violência provocada pelos dissidentes na fronteira da Colômbia com o Equador está afetando “a tranquilidade e o sossego de um país amigo”. No fim de março, uma equipe do jornal equatoriano “El Comercio” foi sequestrada e morta na região. O governo de Quito emitiu ordem de captura para “Guacho”, que deve ser cumprida pelas autoridades militares do país em até dez dias.

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O vice-presidente colombiano, Óscar Naranjo, assegurou que as autoridades do país tem como “prioridade” sufocar a onda de violência na fronteira com o Equador. Desde janeiro, o grupo de dissidentes das FARC detonaram sete explosivos e mataram quatro membros da Marinha colombiana. Recentemente, um casal foi sequestrado na região.

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Mais de 12 mil soldados e policiais foram enviados para patrulhar a região, afirmou a chancelaria colombiana. //EFE


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