Ditadura do governador José Melo leva secretário executivo de esportes e lazer a entregar o cargo - Fato Amazônico

Ditadura do governador José Melo leva secretário executivo de esportes e lazer a entregar o cargo

A pressão política imposta pelo governador José Melo (PROS), vem demonstrando que em seu governo, a ditadura fala mais alto ao impor aos secretários de estado que para ficarem no cargo devem ingressar em sua campanha para reeleição. Isso levou, Anderson Souza (PC do B), secretário executivo da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer, a pedir exoneração.

No mês passado, em entrevista a Rede Tiradentes, José Melo, mandou um recado aos secretários. “Ninguém vai nomear secretário em meu lugar. Sou governador e o secretário terá de cumprir o que eu determinar”, disparou o governador.

Na entrevista, Melo disse que o secretário que estiver disposto a fazer o que ele determinar continuará em sua administração. “Tenho arranjos a fazer”, acrescentou o governador, afirmando que todos aqueles que estiverem dispostos a trabalhar pelo povo, irão continuar a trabalhar no seu governo. “Não importa a sua bandeira. Quem quiser sair não tem problemas vamos entender a saída”, acrescentou.

Mas quando fala em bandeira, José Melo, quer na verdade que o secretário, para continuar em sua administração, vista a camisa da sua reeleição ou caso contrário está fora.

E como o PC do B, da senadora Vanessa Grazziotin e Eron Bezerra, decidiu que somente em junho o partido decidirá com quem marchará para o governo do estado, se é com Eduardo Braga (PMDB), que em 2010 carregou a comunista pelo braço e a elegeu para o senado, deixando Arthur Neto (PSDB), sem mandato, ou José Melo. Mas, o secretário executivo da Sejel, Anderson Souza, teve de sair antes.

Contudo, ele deixou na pagina pessoal do facebook os motivos de sua decisão, fala de demissões sem comunicação a Sejel de funcionários terceirizados da secretaria, sem qualquer justificativa, pela simples alegação de que teriam ligações com pré-candidato. Afirma também, que não houve liberação de orçamento para execução dos projetos e programas.


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