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Doze anos, 11 meses e 3 dias é a sentença que Gilbervan de Jesus Elói e sua companheira Gilmara França de Souza deverão cumprir por terem matado a a menina Grazielly dos Santos Costa, de apena 9 ano. O crime ocorre em junho de 2015 e comoveu o município de Autazes (distante 118 quilômetros de Manaus).

Gilbermilson de Jesus Elói, irmão de Gilbervan, foi absolvido pelo conselho de sentença.

Por volta de 21h. o juiz Cid da Veiga Soares Júnior, titular da Vara Única da Comarca de, leu a sentença.

A sessão de julgamento teve início na manhã de terça-feira (16) e 35 testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas no primeiro dia de atividades, com o magistrado suspendendo os trabalhos por volta de 23h30, de ontem.

Na manhã desta quarta-feira, por volta de 9h a sessão recomeçou com a fase de interrogatório dos réus – os irmãos Gilbervan de Jesus Elói e Gilbermilson de Jesus Elói, além de Gilmara França de Souza (companheira de Gilbervan). Depois da oitiva dos três acusados, começarão os debates entre a promotoria e defesa, com o juiz estipulando um tempo para cada parte. Esse tempo, geralmente, é de 90 minutos por réu, mas como são três, fica a critério do juiz que preside a sessão definir o tempo destinado a cada um.

O processo

A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público com base no inquérito policial, sendo imputado aos réus os crimes previstos nos art. 121, parágrafo 2º, incisos I, III e IV, combinados com art. 61, inciso II, alíneas “e” e “h”, e art. 211 combinado com art. 61, alíneas “a”, “b” e “h”, em concurso material, todos do Código Penal Brasileiro.

Relembre o caso

Grazielly desapareceu quando estava a caminho da escola. Segundo a família, a mãe da menina a levava todos os dias, porém, no dia 17 de junho o irmão mais novo estava com febre a mãe não pôde levá-la. O corpo da menina foi encontrado dois dias depois no Ramal da Tumbira, situado na Zona Rural da cidade de Autazes, a 108 km da capital.

De acordo com a Polícia Civil, o corpo da estudante estava em avançado estado de decomposição. Um laudo preliminar divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Manaus apontou que Grazielly foi asfixiada.


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