Prestes a estrear na Copa Libertadores, contra o Talleres, fora de casa, o atual elenco do São Paulo se espelha na campanha que o clube fez na edição de 2016 do torneio sul-americano para alcançar o tão sonhado tetracampeonato. À época comandado pelo técnico Edgardo Bauza, o Tricolor iniciou a competição na fase preliminar, a exemplo desta temporada, e acabou eliminado somente na semifinal, para o Atlético Nacional, da Colômbia.

“O São Paulo é um time que tem muita tradição na Libertadores, é um clube muito respeitado. Entrando nessa fase, emocionalmente falando, temos que lembrar de 2016, quando o São Paulo também entrou na mesma situação e chegou na semifinal. Isso nos possibilita a sonhar com coisas grandes na competição”, disse o atacante Pablo.

Na campanha citada pelo camisa 12 do São Paulo, o time se classificou para a fase de grupos ao vencer a Universidad Cesar Vallejo, do Peru. Posteriormente, avançou como segundo colocado do Grupo 1, logo atrás do River Plate, às oitavas de final, em que derrotou o Toluca. Nas quartas, despachou o Atlético-MG antes de cair para o Atlético Nacional, perdendo a ida e a volta por 2 a 0 e 2 a 1, respectivamente.

Neste ano, os comandados do técnico André Jardine terão a tarefa de novamente não deixar o adversário de menor expressão surpreender o São Paulo precocemente na Libertadores. Apesar de o elenco ter voltado de férias há pouco mais de um mês, a expectativa que gira em torno do Tricolor não é das menores.

“Ideal você nunca está, você sempre tem que evoluir durante o ano. Eu penso assim. Você nunca está 100%, você sempre tem que estar conquistando alguma coisa no dia a dia, aprendendo. Chegamos preparados, conscientes de que é um jogo de 180 minutos, nada será resolvido no primeiro jogo. Creio, sim, que a equipe está preparada para esse novo desafio”, concluiu Pablo.

(Gazeta Esportiva)