Fátima Bernardes, nos EUA, adia comemoração de Dia das Mães: 'Não achei voo' - Fato Amazônico


Fátima Bernardes, nos EUA, adia comemoração de Dia das Mães: ‘Não achei voo’

Fátima Bernardes embarcou para os Estados Unidos para receber um prêmio por sua carreira e, durante coletiva de imprensa realizada em Miami, explicou que não retornará ao Brasil a tempo de passar o Dia das Mães com os filhos trigêmeos, Laura, Vinícius e Beatriz, de 20 anos.

“Não vou estar com eles no domingo, não consegui voo diurno para voltar. Nossa comemoração vai ser na segunda à noite. Toda segunda normalmente a gente já janta juntos, então vai ser assim”, adiantou a jornalista, que teve a companhia do namorado, Túlio Gadêlha, na viagem.

‘Continuo de olho’, assegura apresentadora apesar da distância

A comandante do “Encontro” – comparada a uma das herdeiras ao mostrar uma foto de sua juventude – disse que os herdeiros até fizeram ressalvas, mas acabaram aceitando. “Acho que aos 20 anos, foi possível aceitar esse prêmio: durante esse tempo, me dediquei muito aos meninos, deixei de viajar a trabalho por quase 5 anos, voltei para a Copa de 2002. Sempre fiz opções em que eu pudesse manter meu trabalho, mas que pudesse estar com eles. Mas achei que valia a pena vir receber esse prêmio, embora tenha tido algumas reclamações – o que me deixou bem feliz. Mas continuo bem mãezona, perguntando se levou o casaco, se não comeu muito isso ou aquilo. Continuo lá de olho”, contou a global, dona de um dos maiores faturamentos da emissora.

Fátima opina sobre ser inspiração feminina: ‘Dá um medão’

Questionada sobre o fato de ser considerada uma inspiração para outras mulheres, ela foi direta: “Dá um medão! Tenho tido essa percepção cada vez mais, a vida foi me levando a estar cada vez mais próxima do público: a pessoa, quando vai engravidar, engravida de trigêmeos… A vida pessoal acabou se misturando muito”. A artista, que dispensa comparações entre o relacionamento atual e o anterior, acrescentou: “Hoje em dia, vejo que muitas mulheres me dizem ‘eu ainda não tenho a minha luz no fim do túnel, mas eu acredito que ela exista porque, para você, ela apareceu. Quando a pessoa projeta para ela algo muito pessoal e não profissional, o peso é maior. Tenho sentido um olhar como se eu fosse uma referência e é difícil lidar com isso, porque você se sente observada o tempo todo, mas não deixa de ser gratificante, afinal de contas, ouvir que quando eu estou feliz, as pessoas estão felizes, já é um prêmio”. (Fonte MSN)