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Aproximadamente 3 mil pessoas passaram domingo, 6/5, pelo Parque Municipal do Mindu, no Parque 10 de Novembro, zona Centro-Sul, gerido pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), prestigiando a quinta edição da Feira Urbana de Alternativas (FUA). O evento teve como tema uma homenagem à Mãe Terra e reuniu diversas atrações, que ocuparam todos os espaços alternativos do parque. A FUA tem como objetivo fomentar a economia criativa, trabalhando os conceitos de sustentabilidade por meio da arte e da cultura.

A feira acontece sempre no primeiro domingo de cada mês, com temas e atrações diferentes. A edição deste domingo marcou o aniversário de dois anos de criação do evento. A FUA é uma iniciativa da sociedade civil participativa, cuja ideia principal é trabalhar a economia criativa com finalidade socioeducativa. O evento se estendeu até ás 17h.

Na edição deste domingo, a apresentação musical ficou por conta das Bandas Manauense e Manauaras Em Extinção e os cantores Marcelo Nakamura, Beatriz Lopes e Lucinha Cabral. O evento trouxe também yoga, feira gastronômica, oficinas de origami e caricatura, ação ambiental de coleta de resíduos nas margens do igarapé do Mindu pelos alunos do curso de Geografia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), oficina de fotografia de celular, dança circular, tarô, roda de capoeira com o trabalho de inclusão social de cadeirantes, fanzines, costura criativa e dança do ventre.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Antonio Nelson de Oliveira Júnior, destaca a importância da Feira Urbana de Alternativas para o fortalecimento da integração entre a sociedade e o Parque do Mindu. Serão, ao todo, dez edições da FUA até dezembro, com palestras, musicais, workshops, atividades físicas, exposição de objetos de arte e utensílios domésticos feitos a partir da reciclagem e do reaproveitamento de resíduos.

Coleta de Resíduos

A edição deste domingo levou um grupo de 40 alunos do curso de Geografia da Ufam a participar de uma oficina de extensão visando a coleta de resíduos nas margens do igarapé do Mindu. A experiência foi superpositiva, na avaliação da professora do Departamento de Geografia Amélia Regina Batista Nogueira. “Muitos alunos não conheciam a unidade de conservação e tiveram a oportunidade de ver na prática a dinâmica do igarapé e a problemática do lixo que desce pelo curso d’água e se acumula nas margens do trecho que corta o parque”, destacou Amélia.

Outra experiência positiva proporcionada pela FUA foi a da dança circular, movimento que começa agora a ser introduzido em Manaus e mobilizou um grupo de visitantes do parque. “A dança circular é originária do movimento de danças de rodas, populares em cidades da Europa, e com imenso potencial de bem-estar”, explica a focalizadora Selma Lopes, responsável pela atividade de meditação.

“Na dança circular, acolhemos o erro e o dançarino não sai da roda, tem sempre alguém lhe apoiando, de mãos dadas com ele”, explica.


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