Gerente da Família do Norte, chega a Manaus com ordens do chefão Gelson Carnaúba - Fato Amazônico




Gerente da Família do Norte, chega a Manaus com ordens do chefão Gelson Carnaúba

O gerente da Família do Norte, Genildo da Silva Saraiva, o “Candiru” ou “Tio Candiru”, desembarca na noite desta terça-feira no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, acompanhado dos soldados da facção criminosa Alan Souza Castimário, o “Nanico” ou “Mano Perna” e Gregório Graça Alves, o “Greg”, sobrinho do traficante Antônio Mota Graça, o “Curica”, foragido da Justiça.

De acordo com fontes do Fato Amazônico, Candiru, volta do presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e chega a Manaus para assumir a gerência da FDN, no lugar de Witallo Jordão, o “Gordinho”, que mandava na facção enquanto o chefe estava fora da capital amazonense.

Candiru, homem de confiança de Gelson Carnaúba, o chefão da Família do Norte, volta com ordens expressas do chefe para continuar o comando da FDN dentro das unidades prisionais de Manaus, principalmente do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, localizado no quilômetro 8 da BR 174 (Manaus/Boa Vista), onde está João Pinto Carioca, o “João Branco”, também da facção criminosa.

O soldado

Alan Castimário, o “Nanico”, que já foi indiciado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), por 19 crimes de homicídio ocorridos no período de 2009 a 2012, é apontado como soldado da Família do Norte.

Nanico, é apontado como autor da execução de Flávio Augusto Coelho, o “Flavinho da 14”, em novembro de 2010. Também é apontado pelas mortes dos “irmãos Metralha” Jacob Jessé Dias França, o “Jacozinho”, e Joelson Dias França, o “Jojoba”.

Castimário, é responsável pela execução de Frank Oliveira da Silva, o “Frankzinho do 40”, que foi sequestrado da porta do regime semiaberto, do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no dia 24 de maio deste ano, foi executado a tiros, ainda na frente do Compaj, e foi colocado dentro de um carro.

O corpo de Frankzinho, juntamente com o Antônio Carlos da Costa Uchôa, o “Tonga”, foram encontrados na manhã do dia 27 de maio, esquartejados, dentro de uma mala, boiando nas águas do Rio Negro, próximo a Ponta Negra.