Globo provoca conservadores e faz piada de “cura gay” em novela - Fato Amazônico


Globo provoca conservadores e faz piada de “cura gay” em novela

Após a grande controvérsia da novela “A Força do Querer”, que tentou impor a agenda LGBT ao mostrar a “transição” de uma mulher que passou a dizer que era homem, sua substituta “O Outro Lado do Paraíso” segue a mesma cartilha.

Escrita por Walcyr Carrasco, que é autor de um livro infantil sobre homossexualidade e não esconde suas preferências sexuais em entrevistas, um dos temas centrais do folhetim atual das 21 horas é o relacionamento de Samuel (Eriberto Leão) e Cido (Rafael Zulu).

Após terem se assumido, ambos passarão a ser procurados por suas ex-mulheres, Suzy (Ellen Rocche) e Irene (Luciana Fernandes).

Segundo a imprensa especializada, a ideia da novela é tentar “provar se a cura gay existe”, o que é uma provocação aos conservadores que defendem a liberdade para os tratamentos para reversão sexual.

O termo “cura gay” vem sendo usado pela imprensa de forma pejorativa para ridicularizar aqueles homossexuais que estão insatisfeitos com sua sexualidade e buscam ajuda de profissionais para terapia. Portanto, sua inclusão em uma novela de grande audiência mostra claramente que a rede Globo continua defendendo essa pauta tanto no seu jornalismo quanto na ficção.

O foco da trama será por conta da tentativa de Adnéia (Ana Lucia Torre), disposta a pagar para Irene reconquistar Cido e tirá-lo da vida de seu filho. A empregada não vai aceitar o dinheiro, e tentará seduzir o motorista porque gosta mesmo dele.

Os diálogos dos próximos capítulos, já revelados pela imprensa, mostram Adnéia dizendo que tenta salvar o filho “dessa estrada”. Mas a personagem de Luciana Fernandes questiona, “Mas e se ele voltar pro armário?” ao que a patroa responde: “Boto um cadeado nesse armário”.

Em seguida ela vai procurar a nora Suzy, que está grávida de uma menina. Elas abordam a homossexualidade de Samuel como desdém: “Muito homem passa por essa fase, depois vira um bom pai de família”. Diante da disposição da enfermeira, Adnéia diz: “Que sonho, meu filho virar hétero! Eu acredito que existe a cura gay”.

A partir daí isso se tornará uma espécie de bordão, sendo repetidas algumas vezes, como um estímulo para as duas mulheres que ela desafiou a reconquistarem seus cônjuges.

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