Guardador de carros, acusado de homicídio tem prisão temporária convertida em preventiva - Fato Amazônico


Guardador de carros, acusado de homicídio tem prisão temporária convertida em preventiva

Policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros – Anexo (DEHS-Anexo) prendeu o guardador de carros Magide Xavier do Carmo, 38, conhecido como “Nagibe” ou “Machide”, apontado por testemunhas como autor do homicídio de André Carlos Souza da Silva, ocorrido em 1º de julho de 2016. A vítima tinha 39 anos.

O delegado Carlos Tavares explicou que “Nagibe” foi preso pela equipe da DEHS-Anexo na tarde do dia 17 de abril deste ano, por volta das 15h30, no bairro Centro, zona sul da cidade, em cumprimento a mandado de prisão temporária. Tavares esclareceu que, após a prisão do infrator, ele foi conduzido à especializada e confessou a autoria do crime e, ainda, relatou os detalhes do delito. Por conta disso, a autoridade policial solicitou à Justiça a conversão do mandado de prisão temporária em prisão preventiva.

O mandado de prisão preventiva em nome do infrator foi expedido no dia 7 de maio deste ano, pelo juiz Mauro Moraes Antony, da 3ª Vara do Tribunal do Júri. Após o cumprimento da ordem judicial, Magide foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde irá ficar à disposição da Justiça.

Homicídio – O crime aconteceu em uma casa situada na Comunidade Nova Vitória, bairro Gilberto Mestrinho, zona leste da capital. Na ocasião, o infrator e a vítima estavam ingerindo bebidas alcoólicas na residência de um conhecido deles e, em determinado momento, iniciaram uma discussão, seguida de luta corporal.

Conforme testemunhas, “Nagibe” desferiu um golpe de faca na altura do pescoço da vítima e em seguida empreendeu fuga do local. No trajeto jogou a arma branca utilizada no delito em um igarapé nas proximidades daquela região.

O titular da DEHS-Anexo destacou que foi instaurado um Inquérito Policial (IP) na delegacia em torno do caso e, após minucioso trabalho investigativo, a equipe de investigação da especializada conseguiu identificar que o autor do crime seria morador de rua e atuava como guardador de carros em uma feira, que acontece ao lado de uma igreja, no bairro Centro, zona sul da cidade.

“Vale ressaltar que foi um trabalho dificultoso, pois a equipe da especializada só tinha a informação de que o apelido dele seria “Nagibe” e que se tratava de um morador de rua”, argumentou Tavares.