Jimmy, não aceitou ser defendido por Antônio Aderval, mas julgamento começa - Fato Amazônico




Jimmy, não aceitou ser defendido por Antônio Aderval, mas julgamento começa

O julgamento do publicitário Jimmy Robert, acusado de ser o mentor intelectual dos assassinatos da sua tia Maria Gracilene, de 55 anos, da prima Gabriela Belota, 26, e do próprio pai Roberval Roberto de Brito, de 63 anos, em janeiro deste ano, acabará não ocorrendo hoje. Uma manobra dos advogados Diego Marcelo Padilha Gonçalves e Josemar Berçot Rodrigues Júnior, que alegaram cerceamento de defesa e abandonaram o plenário momentos antes do início da sessão, poderá resultar no adiamento.

Diante do fato inesperado, a juíza Mirza Telma Oliveira, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, que preside o julgamento nomeou o defensor público Antônio Aderval de Lima, para atuar na defesa de Jimmy Robert. Mas o réu não aceitou e o defensor Mário Jorge dos Reis Vítor, irá conversar com o acusado para tentar convecê-lo a assumir como seu advogado.

“É lamentável a estratégia da defesa”, disse o promotor de Justiça, Fábio Monteiro, afirmando que a estratégia da defesa já era esperada, uma vez que eles tentaram o adiamento e desmembramento e não conseguiram.

De acordo com o promotor, caso defensor público Antônio Aderval, não consiga convencer Jimmy Robert, eles serão obrigados a transferir o julgamento do acusado de ser o mentor do triplo homicídio. “Mas os outros dois serão julgados”, garantiu o promotor.

No banco do réus da 1ª Vara do Tribunal do Júri, além Jimmy Robert, sentam nesta quinta-feira os acusados de participarem do crime Rodrigo Moraes Alves e Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães.