Juiz da Escola Judiciária Eleitoral tenta conseguir disposição de escrivã da Polícia Civil por um ano, mas TRE indefere - Fato Amazônico

Juiz da Escola Judiciária Eleitoral tenta conseguir disposição de escrivã da Polícia Civil por um ano, mas TRE indefere

O juiz Victor André Liuzzi Gomes, diretor da Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas, requisitou ao órgão a disposição por um ano da escrivã da Polícia Civil, Fabrícia Tavares Ribeiro, mas não teve êxito no seu pleito.

Ontem à noite seguindo parecer do Ministério Público Eleitoral, o Pleno do Tribunal, indeferiu a solicitação do magistrado.

Os magistrados seguiram em unanimidade o voto da relatora a desembargadora e Corregedora do Tribunal Eleitora, Maria do Perpétuo Guedes Moura, que disse “O pedido não se adequa às exigências legais, devendo ser indeferido”.

De acordo com Socorro Guedes, as atribuições da escrivã são incompatíveis com as que desenvolverá na Escola Judiciária Eleitoral, por isso votou pelo indeferimento da requisição do diretor.