Juiz gaúcho, João Ricardo, é eleito presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros - Fato Amazônico

Juiz gaúcho, João Ricardo, é eleito presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), já tem novo presidente, o juiz João Ricardo dos Santos Costa, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, da chapa “Unidade e Valorização”, que movimentava a oposição venceu as eleições da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), obtendo 5.628 votos (59,35%).

A posse será realizada em 17 de dezembro. João Ricardo, comandará a maior entidade de juízes do país durante o triênio 2014-2016.

A chapa “AMB para os Magistrados – Justiça para o Brasil”, liderada pelo desembargador Roberto Bacellar, do Tribunal de Justiça do Paraná, obteve 3.746 votos (39,50%). A diferença foi de 1.882 votos.

Brancos e nulos totalizaram, respectivamente, 75 e 34 votos. Ao todo, 9.483 Magistrados escolheram o novo Presidente da AMB.

Conheça os detalhes de cada uma delas:

Defesa das prerrogativas

Trabalhar nas agendas comuns com outros poderes e imprensa.

Consolidar um discurso institucional.

Esclarecer os fundamentos das prerrogativas.

Estrutura permanente de atuação parlamentar.

Integração do primeiro com o segundo grau.

Buscar maior agilidade nos projetos que tramitam no Legislativo.

Programa para valorização dos Magistrados

Canal de acesso permanente para que o associado saiba a quem se dirigir.

Criação de canais específicos de comunicação para aposentados e pensionistas.

Destacar números relativos à produtividade comparando-os com outros países.

Melhorias e Modernização do Judiciário

Lutar com prioridade pelo reestabelecimento do ATS e recomposição dos subsídios.

Planejamento estratégico do Judiciário.

Apresentação online dos dados estatísticos do Judiciário.

Eleições diretas para os tribunais.

Segurança dos espaços forenses incluindo a do público que frequenta as áreas.

Provimento de todos os cargos de Juiz.

Estudo comparativo de carga de trabalho entre Magistrados.

Conhecimento das doenças profissionais dos Magistrados.

Participação e capacitação de Magistrados para orçamento.

Maior investimento no primeiro grau de jurisdição.

Gabinete dos Juízes com no mínimo quatro funcionários.

Escolha do diretor de secretaria pelo Juiz.

Regulamentação da distribuição dos servidores conforme demanda.

Melhor divisão de carga de trabalho.

Informatização: participação de Juízes na definição do processo eletrônico.

Maior eficiência e segurança dos programas de informática e internet.

Cooperação entre os órgãos necessários para o funcionamento da máquina judiciária.

Cobrar do STF a elaboração de uma Loman que represente um consenso com toda a Magistratura.

Rediscutir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Valorização da sociedade, ampliando o diálogo

Plano Estratégico de Comunicação.

Programas de esclarecimento do papel do Judiciário.

Retomada das campanhas de interesse público que envolvem os interesses da Justiça.

Promover debates públicos sobre as demandas relevantes que chegam ao Judiciário.

Eventos com os demais Poderes com pautas nacionais.

Criação de assessoria de imprensa para gerenciamento de crise para auxiliar o Magistrado na ponta.

Incrementar a utilização das redes sociais para destacar o trabalho do Juiz.

Conscientizar a sociedade sobre a importância de um Judiciário forte para a garantia da cidadania e da democracia.

Valorizar as decisões dos primeiro e segundo grau.

Demonstrar a efetividade das decisões judiciais e seu impacto no dia a dia das pessoas.

Curso de capacitação para jornalistas pelas escolas da Magistratura.