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A pré-candidata a deputada estadual, jornalista Liliane Araújo, apresentou a proposta de criação do Fórum Comunitário de Defesa da Mulher para atuar dentro dos bairros da capital e interior do Amazonas, com o intuito de garantir a coleta de demandas específicas do gênero. A ideia integra o conjunto de dez proposições de Liliane para a Assembleia Legislativa do Estado (ALE), com base no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

A jornalista explicou que os fóruns funcionariam como espaço para debater, com a participação da comunidade e líderes locais, os principais problemas enfrentados por mulheres daquela determinada área, e assim, poder intermediá-los junto ao Poder Público. O processo pretende garantir mais dinamismo na tomada de providências para a melhoria dos serviços áreas de Saúde, Segurança, Educação, Trabalho, Produção Rural, entre outros.

“Sabemos que cada bairro, cada município e principalmente, cada mulher, tem as suas particularidades e demandas próprias. Portanto, não tem como trabalhar em cima de providências sem antes saber o que a população daquela área específica está sofrendo. Faltam creches? Faltam escolas? Essa será a finalidade do Fórum”, salienta a jornalista.

Plano de Ação

Pela proposta da pré-candidata, o Fórum Comunitário de Defesa da Mulher, também, irá apresentar um Plano de Ação para a geração de resultados e realização de  outras atividades já desenvolvidas a favor das comunidades. “Todo encontro terá um tema específico para ser trabalhado”, destaca Araújo. Ela completa que este será um trabalho com ativa participação das secretarias de desenvolvimento social, de saúde, e de educação.

Ainda segundo a pré-candidata, além de buscar soluções para o surgimento de novos problemas, o Fórum vai trabalhar nas demandas que costumam ser recorrente dentro das comunidades.

“O que queremos é aproximar essas pessoas, para que elas criem confiança no Poder Público e com isso denunciem abusos, violências e outros crimes, sem medo. Sabemos que muitas mulheres não denunciam seus maridos, pais, tios e vizinhos por temerem ficar desamparadas, mas queremos mudar essa realidade”, conclui.


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