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Morreu aos 81 anos, ontem (15/04), o ventríloquo amazonense, Oscarino Farias Varjão, criador do boneco Peteleco, Patrimônio Cultural e Imaterial do Amazonas, que durante 60 anos levou alegria às crianças de Manaus. Ele lutava contra um câncer e teve uma parada cardiorrespiratória. Ele faleceu no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, na Zona Centro-Sul da capital amazonense, onde estava internado desde a última sexta-feira (13).

Oscarino Varjão deixa esposa e dez filhos. O velório é realizado desde às 8h desta segunda-feira (16), no Centro Cultural Palácio do Rio Negro, no Centro de Manaus. O corpo deve ser enterrado por volta das 16h, no Cemitério São João Batista, na Avenida Boulevard Álvaro Maia, na Zona Centro-Sul.

O ventríloquo amazonense era considerado um dos mais completos do mundo, porque falava sem movimentar a língua ou os lábios.

Em nota divulgada ainda na noite de domingo, o secretário de Cultura do Estado, Denilson Novo, deu as mais sinceras condolências a todos os familiares e amigos de Oscarino Varjão.

NOTA DE PESAR DA PREFEITURA

A Prefeitura de Manaus, em nome do prefeito Arthur Virgílio Neto e da primeira-dama e presidente do Fundo Manaus Solidária, Elisabeth Valeiko Ribeiro, lamenta o falecimento do artista Oscarino Farias Varjão, 81, e solidariza-se, neste momento de dor, com familiares e amigos do ventríloquo. 

O prefeito Arthur Virgílio Neto ressaltou que Manaus e o Amazonas perderam um de seus grandes talentos, dono de humor puro, simples e crítico, que traduzia em sua arte os costumes e valores da terra. 

Nascido no Paraná do Xiborena, Rio Solimões, Amazonas, em maio de 1937, Oscarino Farias Varjão começou a carreira de ventríloquo em 1953, com o boneco Chiquinho, em Manaus. Em 1957, aos vinte anos de idade, criou o boneco Peteleco. Em 2016,  Oscarino & Peteleco foram declarados Patrimônio Cultural Imaterial de Manaus. 

Reconhecido como um dos grandes mestres de sua arte, principalmente pela habilidade de se expressar sem mexer a boca, Oscarino chegou a se apresentar em programa de TV nacional, no ano 2000. 

O artista enfrentava um câncer e faleceu no Hospital 28 de Agosto, depois de três dias internado, após sofrer uma parada cardiorrespiratória.


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