MP opina para que processo contra motorista que matou duas pessoas na Ponta Negra seja encaminhado ao Tribunal do Júri - Fato Amazônico

MP opina para que processo contra motorista que matou duas pessoas na Ponta Negra seja encaminhado ao Tribunal do Júri

A promotora Marcelle Cristine de Figueiredo Arruda, emitiu parecer na manhã desta segunda-feira opinando que os autos do processo contra assistente administrativo Renato Fabiano dos Santos Benigno, acusado de madrugada da segunda-feira passada engavetar a picape S-10, de cor marrom e placas OAK 2643 em um Fiat Strada, de placas JXP 6657, matando José Henrique Monteiro Galvão, de 18 anos e Keylene Moreira de Almeida, deverá ser encaminhado a uma das Varas do Tribunal do Júri.

Em seu parecer a promotora da 19ª Promotoria de Justiça, diz que a Vara Especializada em Crimes de Trânsito, não tem competência para julgar o feito, mas sim uma das Varas do Tribunal do Júri Popular.

Marcelle, afirma que apesar de Renato Benigno, ter praticado crime de trânsito embriaguez ao volante, conforme teste de alcoolemia, ele também é acusado de homicídio e lesão corporal, ambos dolosos, sendo assim competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida é do Tribunal do Júri.

O acidente

Na colisão, ocorrida em frente ao quartel da Polícia do Exército, localizado na estrada da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, quando morreram José Henrique Monteiro Galvão, de 18 anos e Keylene Moreira de Almeida, ainda ficaram feridos Rodrigo de Oliveira Barroso, Weslem Tavares e Silva e Jhony Lemos Rodrigues.

Na semana passada a juíza Sanã Nogueira Almendros de Oliveira, respondendo pelo plantão criminal do Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, indeferiu o pedido de liberdade impetrado por Renato Fabiano dos Santos Benigno e ainda converteu o auto de prisão em flagrante em prisão preventiva.

Com a decisão Renato Fabiano, permaneceu preso na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa.