Mulher é detida ao tentar entrar com material ilícito escondido em brinquedo no CDPM - Fato Amazônico


Mulher é detida ao tentar entrar com material ilícito escondido em brinquedo no CDPM

Na manhã deste sábado (21/04), a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) flagrou a visitante Alice Freitas de Moura, quando ela tentava entrar com dois fones de ouvido e quatro cabos USB, escondidos em um carrinho de brinquedo. A ocorrência aconteceu no Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM), localizado no km 8 da rodovia BR-174 (Manaus – BoaVista).

De acordo com o secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel da Polícia Militar do Amazonas, Cleitman Coelho, a secretaria recebeu denúncia através do WhatsApp Denúncia (99297-3068), coordenado pelo Departamento de Inteligência Penitenciária (Dipen), de que a visitante tentaria utilizar de objetos do filho para introduzir material proibido na unidade.

“A direção do CDPM e os agentes da empresa estavam atentos a cada movimentação. Ao passar o brinquedo junto com outros materiais que a visitante apresentava, foi detectado na esteira de raio x, os fones e cabos USB”, disse Cleitman Coelho.

A ocorrência foi por volta de 10h, quando Alice dava entrada na unidade para visitar o marido, o interno Brendo Santana de Lima, alojado no pavilhão 2 do CDPM. Alice foi encaminhada a direção da unidade para os procedimentos cabíveis e terá provisoriamente o seu cadastro de visitante suspenso por 30 dias, podendo ser estendido por tempo indeterminado após análise do caso pela Seap.

Visita de crianças e adolescentes – A visita de crianças e adolescentes não é autorizada pela secretaria em todos os finais de semana de visitas normais. Nesse final de semana os menores de idade estão realizando as visitas regulares aos seus parentes que estão custodiados nas unidades prisionais.

Segundo o secretário da Seap, Cleitman Coelho, a denúncia ganhou fortes indícios por se tratar especificamente dos dias em que as crianças entrariam nas unidades. “A visitante usou de má fé elevada, pois se aproveitar de uma criança e de seus objetos de infância para tentar adentrar a unidade com material proibido, prova que alguns familiares não têm limites”.