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Nesta segunda-feira, dia 19, acontece a segunda edição da ‘Conversa de Arquiteto’. Desta vez, o tema abordado será ‘Severiano Mario Porto: Um Arquiteto’ pelo palestrante Marcos Cereto. A ação inicia às 18h15, no Madeira Market, localizado na rua Rio Madeira, esquina com a Amapá, e é uma realização da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura do Amazonas (Asbea-AM), com apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU/AM).

A palestra ocorre no dia em que Severiano Mario Porto completa 88 anos. O profissional, mais conhecido como arquiteto da Amazônia, foi autor de um modelo único de arquitetura amazônica e sustentável, que une técnicas desenvolvidas por ribeirinhos e caboclos com as mais modernas e inovadoras criações da arquitetura.

O mineiro foi responsável por projetos importantes para o Amazonas, como por exemplo o Estádio Vivaldo Lima, 1965, o Campus da Universidade do Amazonas, 1970/1980, e a Pousada na Ilha de Silves, 1979/1983.

“Essa edição será justamente no aniversário do colega Mestre Severiano Porto e convidamos todos a participar e dialogar. O evento consiste em 12 edições, uma em cada mês, que reunirá arquitetos renomados proferindo palestras sobre temas relevantes do campo da arquitetura e urbanismo”, comentou o presidente da Asbea-AM, Roberto Moita.

Inscrições

Para quem desejar participar da edição, são oferecidas 80 vagas totalmente gratuitas, e os interessados devem enviar a inscrição para o endereço: [email protected] com nome e telefone de contato.

“É muito importante iniciativas como essa e tenho certeza que terá a participação massiva. Além disso, é uma justa homenagem ao Severiano, que representa muito para nosso Estado e País. O CAU Amazonas vem trabalhando em parceria como essas e a ideia é sempre beneficiar da melhor maneira nossa classe”, destacou o presidente do CAU/AM, Jean Faria.

Severiano

O arquiteto e urbanista Severiano Mário Porto mora atualmente no Rio de Janeiro (RJ). Ele é natural de Uberlândia (MG) e formou pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Mudou-se para a capital amazonense em 1965, onde desenvolveu obras e projetos por mais de 30 anos.

 


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