Polícia prende duas mulheres foragidas da operação Gaia - Fato Amazônico

Polícia prende duas mulheres foragidas da operação Gaia

A polícia capturou nesta segunda-feira Libna Barbosa Carvalho, 48, e Ellis Suerlen da Silva Oliveira, 35, foragidas da operação “Gaia”, deflagrada no dia 24 de abril deste ano. A dupla é suspeita de envolvimento em quadrilha que vendia terrenos irregulares no loteamento Águas Claras, na Zona Norte da cidade.

A polícia, chegou as duas depois de uma denúncia anônima, as suspeitas foram encontradas por volta de 11h em uma casa localizada na rua 43 do bairro Nova Cidade. Libna e Ellis foram presas em cumprimento de mandados de prisão preventiva expedidos no dia 15 de abril deste ano pela juíza da 7ª Vara Criminal, Careen Aguiar Fernandes.

As mulheres vão responder por estelionato, formação de quadrilha e crime contra a administração pública. Após os procedimentos cabíveis vão ser encaminhadas para Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, onde ficarão à disposição da Justiça.

Na quarta-feira passada a polícia prendeu Edileuza Santana da Silva, 46, num salão de beleza localizado na avenida Autaz Mirim, bairro Tancredo Neves, Zona Leste de Manaus.

Operação

Doze pessoas foram presas durante a operação “Gaia”, deflagrada por Policiais Civis na manhã do dia 24 de abril deste ano, por volta das 6h, nos bairros Adrianópolis e Parque 10 de Novembro, na Zona Centro-Sul; Mutirão e Parque das Nações, na Zona Norte; Japiim, na Zona Sul; e Ponta Negra, na Zona Oeste da cidade.

O coronel Berilo Bernardino de Oliveira, 45, lotado na época no Comando Geral da Polícia Militar; Alcineide de Oliveira Barbosa, 51; Elias Fernandes Carvalho, 62; Jean Cláudio Lima Sombra, 41, que se passava por juiz federal; Denise Ribeiro dos Reis Carvalho, 42; Maria Silma Lima Braga, 51; o marido de Silma, Ozeias Silva de Carvalho, 54; Jordan Mota da Silva, 40; Denise Lima Menezes, 30, e a irmã dela, Patrícia Lima Menezes, 29; Janilton Gomes de Araújo, 52, e Adriane Oliveira, 43, foram presos.

Todos eles são acusados de participar de uma quadrilha especializada em vender várias vezes os mesmos terrenos no loteamento Águas Claras, na Zona Norte.