O prefeito de Eirunepé, Raylan Barroso de Alencar (PROS) já foi denunciado por interferência no trabalho da Polícia Militar no município (Foto Divulgação)
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O prefeito de Eirunepé, Raylan Barroso de Alencar (PROS), denunciado em fevereiro por interferência no trabalho da Polícia Militar, voltou ontem (19) a ser tema denúncias na Assembleia Legislativa do Estado. De acordo com a deputada Alessandra Campêlo, líder do MDP na Casa, no lugar do pagamento do abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), os professores de Eirunepé estão sendo castigados pela prefeitura e transferidos para trabalhar nos lugares mais longínquos do município.

“Professores da rede municipal de Eirunepé continuam sendo perseguidos pelo prefeito (Raylan Barroso). A denúncia é que o prefeito está transferindo vários professores para comunidades distantes da sede por pura perseguição política”, disse Alessandra.

Segundo a parlamentar, o pano de fundo da questão é a cobrança à prefeitura por parte dos professores e pedagogos do pagamento do abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

“Professores estão cobrando para que o dinheiro do Fundeb seja utilizado realmente na educação, os professores estão cobrando para que a educação de Eirunepé seja de qualidade, para que o dinheiro não seja desviado e o que eles ganham com isso é simplesmente a perseguição”, disparou a deputada.

Alessandra informou ainda que o prefeito está perseguindo o vereador Fred da Civil (PMN), principal nome da bancada de oposição na Câmara Municipal de Eirunepé. O chefe do Executivo articula a cassação do mandato do vereador. A deputada também levou o caso à tribuna.

“Mais uma vez ele está tentando cassar ilegalmente o mandato do vereador Fred da Civil, um vereador que faz oposição, mas oposição correta, com documentos, denunciando a corrupção e o desvio de dinheiro público em Eirunepé”, concluiu a deputada.


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