Morte do advogado Wilson Justo levou a OAB-Am a cobrar mudança na portaria
Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

A morte do advogado Wilson Justo Filho, morto a tiros disparados pelo delegado da Polícia Civil, Gustavo de Castro Sotero, levou ontem (25) o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB-AM), Marco Aurélio Choy, a encaminhar um ofício ao delegado-geral de polícia, Mariolino Brito pedindo alteração na Portaria Normativa número 09/2013-GDG/PC que permite aos policiais a utilizar armamento fora do horário de trabalho, conforme a Lei N º 10.826.

O presidente da Ordem dos Advogados quer uma alteração do artigo 16 e seus parágrafos 1º e 2º da Lei.

Em cópia do ofício postada em página do Instagram, Choy solicita ao delegado Mariolino Brito a proibição do direito de porte de arma de fogo aos delegados e agentes da Polícia Civil, fora do serviço, com locais de aglomeração de pessoas, para eventos de qualquer natureza, principalmente em casa noturna.

No ofício o presidente da Ordem lembra o caso de ontem (25) quando o advogado Wilson Justo foi morto a tiros pelo delegado Gustavo Sotero dentro do Porão do Alemão e o episódio do ocorrido na Boate MOAI.


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •