A paralisação dos serviços de urgência e emergência acenado pelos profissionais de saúde que prestam serviço nos Prontos-Socorros de Manaus é uma questão de tempo.

Ainda na noite deste domingo, 03,  dezenas de servidores terceirizados protestaram pacificamente em frente ao Pronto-Socorro 28 de Agosto, Avenida Recife, na Zona Centro-Sul de Manaus, contra o atraso  do pagamento de seus salários que se arrasta desde 2018.

Com cartazes e um carro de som, representantes da classe falaram sobre dificuldades de realizar atendimento à população por falta de pagamentos e de medicações, além das condições ruins de trabalho.

“SOS Saúde, Médicos Pedem Socorro”, “Governador Pague os Nossos Salários”, entre outras foram usadas nas faixas durante a manifestação como forma de chamar a atenção da sociedade para o problema  que pode culminar com a paralisação dos serviços.

Além da revindicação salarial, os manifestantes denunciaram a falta de insumos, medicamentos, fio cirúrgico, anestésicos, leitos e outros, superlotação nas maternidades e falta de vagas nas unidades neo-natal  para bebês prematuros.

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