Rebecca Garcia sugere escoamento da produção da Região Norte pelo Oceano Pacífico - Fato Amazônico

Rebecca Garcia sugere escoamento da produção da Região Norte pelo Oceano Pacífico

A deputada federal Rebecca Garcia (PP/AM) sugeriu ao novo Ministro da Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, hoje, dia 2, em Brasília, melhorias na logística da Região Norte para escoamento da produção brasileira com uma saída para o Oceano Pacífico.

A parlamentar amazonense participou do café da manhã realizado entre o ministro e outros membros da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC), da Câmara dos Deputados. O objetivo do encontro foi unificar as prioridades na pauta de ambos os órgãos.

Na ocasião, Rebecca sugeriu melhorias na logística da Região Norte para escoamento da produção brasileira, com a construção de uma saída para o Pacífico. “Isso é interessantíssimo para o País, é uma alternativa para ganharmos tempo na chegada de produtos de fora. Ganharemos aí um novo mercado, que é o da América Central. Assim passamos a ter uma alternativa de comércio criando essa saída para o Pacífico que vai baixar, e muito, os custos de transporte”, disse a deputada.

A sugestão de Rebecca Garcia recebeu o apoio do deputado federal Pedro Eugênio (PT/PE), que afirmou que a saída para o Pacífico também beneficiará o transporte de toda a produção do Nordeste.

Na expectativa da aprovação em 2º turno da prorrogação dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus, Rebecca Garcia também solicitou do ministro Mauro Borges mais apoio da pasta para o assunto. “Estamos umbilicalmente amarrados a Zona de Processamento de Exportação (ZPEs) e a Lei de Informática. Para aprovarmos, em 2º turno os incentivos da Zona Franca, é preciso que esses assuntos sejam debatidos e acordados no Congresso”, afirmou.

Outro tema destacado pela deputada amazonense foi a dificuldade do setor industrial em conseguir as certificações necessárias para comercialização legal de produtos no país, que em determinados setores chegam há 45 dias. Segundo Rebecca, essa demora faz com que o mercado brasileiro não seja competitivo perdendo espaço para outros como. “Precisamos fazer do Brasil um País competitivo em relação ao mercado internacional e pensar que o tempo conta para que esse lucro traga retorno”.