Receita tributária do município fecha quadrimestre com 21% de crescimento - Fato Amazônico

Receita tributária do município fecha quadrimestre com 21% de crescimento

A receita tributária da Prefeitura de Manaus fechou o primeiro quadrimestre do ano com crescimento real de 21% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com os números da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef), foram mais de R$ 370 milhões arrecadados por meio dos tributos municipais.

Na avaliação do subsecretário de Receita da Semef, Armínio Pontes, o desempenho de cada tributo foi satisfatório, mas as expectativas são de melhores resultados nos próximos meses. “A prefeitura está empenhada nas melhorias da nossa cidade, os resultados estão nas ruas. Isso contribui para satisfação da população, que nos apoia mantendo seus tributos em dia”, ressaltou.

O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), por exemplo, obteve receita de 82,4 milhões até abril, o que significa crescimento de 18% comparado a 2013. Para Pontes, o percentual pode ficar mais satisfatório e crescer cinco pontos nos próximos meses. “A conscientização da população é importante, mas os nossos fiscais também estão realizando um ótimo trabalho para alavancar esses percentuais”, disse.

Ainda impulsionado pelo ‘efeito Copa’, o Imposto Sobre Serviço (ISS) acumulou nos quatro primeiros meses do ano receita de R$ 187,6 milhões, o que culminou crescimento de 26,7%. O resgate da Dívida Ativa Municipal também gerou números positivos na arrecadação do quadrimestre – R$ 19,6 milhões e um crescimento de 31,6% comparado ao período do ano anterior. O Alvará atingiu até o momento R$ 17,8 milhões (13%).

Queda

A única queda no quadro das receitas tributárias do município foi relacionada ao Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). De janeiro a abril de 2013, este imposto registrava receita de R$ 19,4 milhões. Este ano a arrecadação chegou a pouco mais de R$ 16 milhões, figurando declínio de 17% para este período.

Armínio Pontes atribuiu a queda ao mau momento do mercado imobiliário local. De acordo com ele, os bancos começaram a brecar os financiamentos de imóveis novos e na planta. “Hoje nossos números relacionados ao ITBI se referem às transações de vendas e transmissão de imóveis antigos. Claro que, se compararmos esses números a um momento aquecido do ano passado, teremos números negativos”, explicou.