Retaliação política. É assim que está sendo vista a intervenção da Empresa Amazonense de Turismo (Amazonastur) na 39ª Festa do Guaraná 2018, em Maués.

O presidente da Amazonastur, Orsine Júnior, coordenador da campanha de reeleição do governador Amazonino Mendes, que perdeu a eleição, decidiu realizar a festa, em parceria com a Ambev, retirando a Prefeitura de Maués, que apoiou o governador eleito, Wilson Lima, da organização.

Com a retirada da prefeitura da organização, o desfile do concurso da Rainha do Guaraná está indefinido. Tradicionalmente, as rainhas se apresentam na abertura da festa, marcada para esta quinta-feira (6), na praia da Maresia, e na segunda noite acontece a escolha, mas até agora não há programação para que as candidatas possam desfilar.

Revoltadas com o descaso da Amazonastur, as rainhas divulgaram uma NOTA DE REPÚDIO contra a Empresa Amazonense de Turismo.

De acordo com a nota, nem o orçamento para a produção do concurso foi repassado, impossibilitando que as candidatas subam ao palco e seja realizado o concurso.

Outro que disparou contra a Amazonastur foi o vereador Luizinho Canindé. Ele disse ao Maués Online que Empresa Amazonense de Turismo se preocupou apenas com as atrações nacionais e deixou de fora os artistas de Maués.

Canindé disse que o presidente da Empresa Amazonense de Turismo não conhece tradição da maior festa de Maués e afirmou que a economia do município seria prejudicada.

O montante de R$ 1,7 milhão disponibilizado pelo Governo para a Amazonastur, este ano, é superior ao investimento dos três dias da festa, no ano passado, quando a Prefeitura de Maués contratou o show do cantor Wesley Safadão, e a festa foi sucesso de público e de geração de renda e emprego. (Com informações do De Amazônia e Maués Online)

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