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A criação de um regulamento de uso público do território da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Tupé, pelos indígenas, foi discutida na sexta-feira, 13/7, por representantes do Conselho Deliberativo, que integram a Câmara Técnica de Turismo, da RDS. A resolução deverá conter as regras de receptivo turístico a serem seguidas pelos grupos indígenas que existem na reserva, a exemplo dos Tatuio e Dessana, que possuem malocas instaladas na comunidade São João do Tupé e oferecem o serviço turístico conhecido como rituais indígenas. A minuta do documento já está sendo preparada para ser aprovada no âmbito do Conselho Deliberativo da RDS.

A reunião aconteceu na sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), órgão da Prefeitura de Manaus, responsável pela gestão da reserva. A câmara técnica é formada por representantes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Fundação Municipal de Cultura Turismo e Eventos (Manauscult), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e representantes dos núcleos indígenas.

O objetivo da resolução, de acordo com o diretor de Áreas Protegidas da Semmas, Márcio Bentes, é regulamentar o turismo indígena tomando como base experiências colocadas em prática em unidades de conservação estaduais, que têm esse tipo de uso.

“A ideia é que se estipule as regras de acesso à reserva pelos prestadores de serviços do turismo, sejam empresas ou pessoas físicas, regulamentando a entrada na reserva”, afirmou Bentes. Um dos requisitos exigidos é a garantia de acesso a meia-entrada para os grupos especiais (idosos e estudantes) nos rituais, entre outros.


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