O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, anunciou nesta quinta-feira, 14, a abertura de um inquérito criminal para apurar “notícias fraudulentas, as fake news, denunciações caluniosas, ameaças e infrações” que, diz, “atingem a honorabilidade do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares”.

Toffoli não especificou quais casos motivaram a decisão nem o que considera como notícias falsas, calúnias ou ameaças. O presidente do STF designou o ministro Alexandre de Moraes como responsável pela condução do caso, podendo “requerer à Presidência a estrutura material e de pessoal necessária”.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, anunciou nesta quinta-feira, 14, a abertura de um inquérito criminal para apurar “notícias fraudulentas, as fake news, denunciações caluniosas, ameaças e infrações” que, diz, “atingem a honorabilidade do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares”.

Toffoli não especificou quais casos motivaram a decisão nem o que considera como notícias falsas, calúnias ou ameaças. O presidente do STF designou o ministro Alexandre de Moraes como responsável pela condução do caso, podendo “requerer à Presidência a estrutura material e de pessoal necessária”.

A possibilidade de que o Supremo julgue favorável a esse caso provocou controvérsia e críticas contundentes de integrantes da Operação Lava Jato. Isto porque, como, parte dos temas investigados pela operação citam verbas utilizadas em campanhas eleitorais, esses procuradores entendem que a decisão poderia representar o “fim” da Lava Jato, investigada e julgada na Justiça Federal Comum.

Ontem, Toffoli já havia anunciado outra investida com as críticas. Depois que um advogado leu em plenário um texto do procurador Diogo Castor de Mattos, integrante da força-tarefa da operação, classificando a possibilidade de concessão do pedido de Paes e Pedro Paulo como um “golpe” do STF, o presidente da Corte afirmou que vai protocolar uma representação contra o procurador no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

(VEJA)