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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira que convidará o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, para visitá-lo em Washington se a reunião que terão no próximo dia 12, em Cingapura, for bem-sucedida.

“A resposta é sim, se a cúpula for bem”, respondeu Trump ao ser perguntado sobre uma possível viagem de Kim aos EUA durante uma entrevista coletiva que concedeu junto com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, na capital americana

Trump mostrou otimismo sobre a reunião. Caso as expectativas da Casa Branca sejam atendidas, o encontro pode ajudar a promover a desnuclearização da Coreia do Norte, um assunto que, para o republicano, já deveria ter sido resolvido.

“Não só por (Barack) Obama, mas por outros presidentes”, disse.

Apesar do otimismo, Trump afirmou que deve esperar antes de estudar a possibilidade de suspender as sanções contra a Coreia do Norte e alertou que tem preparada uma lista com mais de 300 possíveis represálias caso as negociações não avancem.

“Se depois da cúpula eu disser as palavras ‘máxima pressão’ significará que a reunião não foi boa”, indicou Trump.

Já o premiê do Japão avaliou que seu governo está “perfeitamente coordenado” com a Casa Branca sobre a questão norte-coreana. No entanto, em discurso depois de se reunir com Trump, Abe foi mais cauteloso ao avaliar as condições para uma relação bem-sucedida com o regime liderado por Kim Jong-un.

“Não repetiremos os erros do passado”, disse o primeiro-ministro.

Abe enumerou as exigências do Japão: que a Coreia do Norte acabe com seu programa nuclear e com os testes de mísseis balísticos e que liberte os presos políticos japoneses detidos há décadas no país. (Agência EFE)


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