A ex-senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), 57 anos de idade, deve trocar o Amazonas para viver em Brasília. Depois da derrota na disputa à reeleição no pleito de 2018, Vanessa Grazziotin, que migrou de Santa Catarina para viver no Amazonas, foi contratada como assessora no gabinete da deputada Perpétua Almeida (PCdoB), com salário de R$ 11,7 mil.

Em outras palavras, ao ser cooptada pela companheirada, Grazziotin não hesitou em virar as costas para o estado que, com acolhimento, lhe escancarou as portas à escola, à universidade, ao magistério e à política.

Em Manaus bem que poderia, como nos velhos tempos da  Associação dos Professores Profissionais do Amazonas (APPAM), dar a sua contribuição profissional à saúde, por exemplo, na condição de farmacêutica bioquímica.

Infelizmente, não foi o que aconteceu.

Depois de três mandatos como vereadora – o terceiro, incompleto -, três como  deputada federal e um como senadora da  República, Grazziotin deu uma gigantesca e federal banana para Amazonas – o Amazonas dos aventureiros que,  na maioria dos casos, desembarcam em Manaus apenas com uma mochila puída nas costas.

Grazziotin despreza o Amazonas que deu a ela nome, prestígio, dinheiro, conforto e boas escolas para os filhos.

Voltar às origens, como professora da rede pública, como militantes sindical, como assalariada, não é vergonha para ninguém ou pelo menos não deveria ser.

Quem sabe daqui a dois anos, como o filho pródigo, retorne. Afinal, teremos eleição para vereador, prefeito e uma vaga para o Senado da República.

Veja a nota da senadora

“Essa coluna noticiou a minha lotação no gabinete da deputada Perpétua Almeida, pois é, isso é muito importante para que todos saibam que após 30 anos de exercício de mandatos parlamentar eu ainda preciso trabalhar para pagar minhas contas, já que não amealhei fortuna e tão pouco enriqueci com a política, diferentemente de muitos que num único mandato já ficam milionários”.