Vereador Bibiano pede que CMM analise indicação que pede exoneração de Roberto Moita - Fato Amazônico

Vereador Bibiano pede que CMM analise indicação que pede exoneração de Roberto Moita

O vereador Professor Bibiano (PT) em seu discurso na manhã de ontem, quarta-feira (6), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), pediu preferência à indicação nº 0368/2015, que pede a exoneração ou afastamento imediato, do atual presidente do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), Antonio Roberto Moita Machado, protocolada no dia 9 de abril deste ano.

“A nossa indicação ainda nem foi apreciada pelo plenário da Casa para poder ser enviada à prefeitura de Manaus. Precisamos que muitas coisas sejam esclarecidas. Protocolamos desde o dia nove do mês passado a proposta. O senhor Moita, como é conhecido, tem ganhado recorrente destaques negativos nos meios de comunicação e isso com certeza não é por acaso”, destacou.

Bibiano enfatizou, que a reforma administrativa feita pela Prefeitura da capital, tem a justificativa de economizar recursos municipais, mas alertou para o fato de que planejamento algum foi apresentado para demonstrar onde o recurso de R$ 570 milhões será aplicado.

O parlamentar lembrou ainda, algumas denúncias veiculadas pela imprensa envolvendo o presidente do Implurb, como a denúncia de improbidade administrativa que o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) investiga o administrador por priorizar e facilitar a aprovação de projetos arquitetônicos de construção em que, o empresário, tem interesse direto e obtêm lucros; outra que aponta invasão de área pública; a existência de documentos que confirmam irregularidades do órgão, dentre outras.

“Uma pessoa pública, que ocupa um cargo de confiança no poder executivo municipal perpetra inúmeras condutas imorais. Vamos acompanhar de perto o resultado dessa reforma administrativa. Será que não é apenas mais um marketing dessa administração essa economia? No final do ano a população terá que saber de forma transparente quais recursos foram efetivamente economizados e onde foram aplicados”, concluiu Bibiano.