No último domingo (8), em Borba o prédio da 9ª CIPM foi invadido pela população que depredou o local e ainda retirou um preso e matou em frente ao quartel da PM (Foto Divulgação)
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Uma simples pesquisa nos sites de notícias, jornais, redes socais, e demais veículos de comunicação sobre a escalada da violência no Amazonas, o resultado é estarrecedor. “Corpo de homem é encontrado decapitado”, “Tiroteio entre facções criminosas causam pânico no Lírio do Vale”, “Loura do pó é presa por tráfico de drogas”, “delegado mata à queima-roupa advogado em casa noturna”, “assaltantes invadem hospital de Autazes”

Preocupado com o problema, o governador Amazonino Mendes viaja à Nova Iorque contrata por R$ 5 milhões Giuliani Security & Safety (GSS) na expectativa de chegar ao nó górdio.

Pura ilusão. Giuliani Security & Safety (GSS) não funcionou e a violência continua em voraz expansão tanto em Manaus quanto no interior do estado.

Homicídio, estupro, tráfico de droga, latrocínio, pedágio, arrastão, ataque nos rios, assaltos em supermercados, drogarias, linchamento, roubo de galinha já não são mais nenhuma novidade na era de Giuliani Security & Safety (GSS).

“Acusado de matar menina de 14 anos em Borba é tirado da delegacia, linchado e queimado pela população”.

A morte da adolescente Patriciene Barros dos Santos, de 14 anos, encontrada morta com 16 facadas na madrugada da última quarta-feira, dia 4, é o raio x da violência no Amazonas.

Na noite do último domingo, dia 08, os moradores da cidade mais cristã de Borga, cidade do Amazonas, trucidaram e levaram à fogueira Gabriel Lima Cardoso, de 18 anos, que se encontrava preso no quartel da 9ª Companhia Independente de Polícia Militar.

“Protegida” por um contingente policial incapaz de uma simples investigação, Borba foi tomada pelo pânico. Gabriel Lima foi retirado de dentro do quartel e o espancado sob o olhar perplexidade de Giuliani Security & Safety (GSS).


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