HAS101. Damascus (Syrian Arab Republic), 14/04/2018.- The Scientific Research Center building that was hit by the strikes that were launched on 14 April 2018 by the United States, Britain and France in Barzeh neighborhood in Damascus, Syria, in retaliation for an alleged chemical attackd. The Syrian Information Ministry organized a tour to the center, which the government said was used for pharmaceutical uses. (Damasco, Atentado, Siria, Francia, Estados Unidos) EFE/EPA/YOUSSEF BADAWI
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Uma visita de inspetores internacionais da Organização para Proibição de Armas Químicas (Opaq) ao local de um suposto ataque químico na cidade síria de Duma foi adiada em razão de disparos durante a investigação de uma equipe de segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) na terça-feira 17, disseram fontes à agência de notícias Reuters.

“Ontem houve disparos contra uma equipe de segurança das Nações Unidas durante uma missão de reconhecimento em Duma”, afirmou uma das fontes. “Ninguém ficou ferido e todos voltaram a Damasco.”

A equipe de segurança da ONU entrou em Duma para avaliar a situação antes de uma visita de inspetores da Opaq, segundo as fontes, que foram informadas sobre a missão do grupo. Uma delas disse que foi encontrada “uma situação” incluindo troca de fogo, que levou ao adiamento da missão, mas não forneceu mais detalhes.

O embaixador da Síria na ONU havia dito na terça-feira que a equipe da Opaq iniciaria seu trabalho em Duma ontem (18), se o grupo das Nações Unidas considerasse a situação adequada no local.

Separadamente, uma fonte da ONU disse que os inspetores da Opaq provavelmente não irão a Duma. Ela não deu detalhes sobre os disparos no local.

O suposto ataque químico de 7 de abril matou dezenas de pessoas na cidade síria, de acordo com organizações de ajuda humanitária. O incidente levou os grupos rebeldes que controlavam Duma a entregar o controle da cidade ao governo sírio.

Síria e Rússia alegam que o ataque foi forjado como um pretexto para justificar as ações militares que foram lançadas no sábado por EUA, Reino Unido e França. / REUTERS e AFP


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